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China libera brasileiros de visto para viagens de até 30 dias

Medida começa em 1º de junho e vale para turismo, negócios e intercâmbio

Brasileiros não precisarão de visto para entrar na China até 2026 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasileiros não precisarão de visto para entrar na China até 2026 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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A China deixará de exigir visto para brasileiros que pretendem visitar o país por até 30 dias. A nova política entra em vigor em 1º de junho de 2025 e se aplica a viagens com finalidades específicas, como turismo, negócios, visitas a familiares, intercâmbio e trânsito.

Validade da isenção vai até maio de 2026

O governo chinês definiu que a política valerá até 31 de maio de 2026. Durante esse período, autoridades avaliarão os impactos da medida para decidir se ela continuará em vigor. Além disso, o Ministério das Relações Exteriores da China classificou a isenção como experimental.

Cinco países da América do Sul foram incluídos

Além do Brasil, a China incluiu Argentina, Chile, Peru e Uruguai na nova política. Esses países agora fazem parte da lista de nações com entrada autorizada sem visto, desde que a permanência no território chinês não ultrapasse 30 dias. Dessa forma, a medida fortalece o relacionamento diplomático e comercial com a América do Sul.

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Xi Jinping anunciou a medida durante fórum em Pequim

Durante um fórum recente em Pequim, o presidente Xi Jinping antecipou que cinco países latino-americanos seriam beneficiados com a isenção de visto. No entanto, ele não revelou os nomes naquele momento. Por isso, o anúncio formal do Ministério das Relações Exteriores atraiu atenção de autoridades e imprensa.

Parceria estratégica entre China e Brasil se fortalece

O Brasil se mantém como um dos principais parceiros comerciais da China na região. Por isso, a inclusão do país na lista reforça o interesse bilateral em aprofundar relações econômicas e institucionais. O presidente Lula também já expressou apoio à ampliação de acordos entre as duas nações.

Colômbia ficou de fora da lista

Embora o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, tenha participado do fórum em Pequim, o país não entrou na lista de nações beneficiadas. Em contrapartida, a Argentina foi contemplada, mesmo tendo enviado apenas um representante. Esse contraste gerou especulações sobre os critérios adotados.

Embaixada da China no Brasil divulga canais de atendimento

A Embaixada da China no Brasil publicou o aviso oficial em seu site e disponibilizou canais para esclarecimento de dúvidas. Cidadãos interessados em saber mais detalhes podem entrar em contato pelos telefones (55) 61-21958271 (português) e (55) 61-21958280 (chinês), ou pelo e-mail brasilia@csm.mfa.gov.cn.

Além disso, o documento destaca que os horários são baseados no fuso de Pequim, e a política vale entre 00h00 de 1º de junho de 2025 e 24h00 de 31 de maio de 2026.

Entrada sem visto exige atenção aos critérios

Para entrar sem visto, o cidadão precisa atender a condições específicas. A nova regra se aplica apenas a viagens com fins de turismo, negócios, visita familiar, intercâmbio ou trânsito. Qualquer outro objetivo exige que a pessoa solicite um visto previamente.

Além disso, o período máximo de permanência continua sendo 30 dias. Se o visitante ultrapassar esse prazo, estará sujeito às normas migratórias em vigor no país.

China busca ampliar turismo e conexões com América do Sul

O anúncio faz parte de uma estratégia da China para ampliar o fluxo de visitantes sul-americanos. Dessa forma, o governo pretende fomentar o turismo e impulsionar a cooperação com países da região. A medida também surge como resposta ao cenário de retomada das viagens internacionais.

Enquanto isso, a iniciativa pode facilitar o acesso de estudantes, profissionais e empresários brasileiros ao território chinês. Com menos barreiras burocráticas, as trocas culturais e comerciais tendem a aumentar.

Governo chinês avaliará impactos da política

As autoridades chinesas acompanharão os resultados da política durante o período de vigência. A partir disso, poderão decidir se mantêm, ampliam ou encerram a isenção. Além disso, há expectativa de que mais países latino-americanos sejam incluídos em iniciativas semelhantes.

Por isso, a recomendação é que os interessados acompanhem atualizações por meio dos canais oficiais da embaixada.

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